quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Debate sobre a eutanásia

Na última aula de Formação Cívica os alunos do 9ºD debateram o tema da eutanásia. Foram enumeradas as situações em que esta medida extrema deve ser utilizada, tendo a maioria dos alunos da turma concordado com a necessidade de ponderar muito bem esta escolha. Apenas o Cristian se mostrou totalmente contra esta opção. De resto, os restantes alunos, com destaque para o Alexandr e o Luís Duarte, adimitiram que a eutanásia poderá ser uma escolha para as situações de pessoas que não vivem, apenas sobrevivem à espera da morte, desde que exista o aviso médico de que o estado em que a pessoa está não pode ser melhorado. Foram dados a conhecer casos concretos de pessoas que já não têm qualquer qualidade de vida e que apenas sobrevivem à custa de uma máquina...
A propósito desta situação foi debatida a questão dos cuidados paliativos, tendo a turma concordado que este é uma área médica que é cada vez mais decisiva, dado o crescente envelhecimento da população portuguesa.
A Sílvia realizou um pequeno trabalho sobre a eutanásia que podem consultar. Apresenta algumas falhas, sobretudo em termos de escrita, mas não deixa de ser interessante para um melhor conhecimento deste tema.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo

Na passada sexta-feira, os alunos do 9ºD realizaram um debate sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Dividiu-se a turma em quatro grupos e foi dado um prazo de alguns dias para cada grupo se preparar na defesa da sua ideia: um grupo defendeu a possibilidade dos homossexuais poderem casas e adoptar, outros dois apenas defendiam o casamento e um quarto grupo era contra as opções do casamento e da adopção.
Depois de se prepararem para o debate e escolherem o porta-voz do grupo, os alunos do 9ºD realizaram um debate onde puderam confrontar opiniões e argumentos sobre este tema tão controverso. A Mariana, que representava os alunos que defendiam a possibilidade de casamento e adopção apresentou o argumento do direito à igualdade, ao qual o João (porta-voz do grupo que era contra essas duas opções) contrapôs com a questão de que para situações diferentes não pode haver direitos iguais. O grupo da Meryam, a favor do casamento, mas contra a adopção, colocou a tónica do debate no risco de uma criança crescer num ambiente fora do vulgar (dois homens ou duas mulheres, em vez de um pai e uma mãe) e na possibilidade que existe dessa criança ser alvo de discriminação e repúdio. Também este foi o principal argumento do grupo da Raquel. O debate foi mais aceso entre a Mariana e o João, tendo os argumentos de ambos os grupos evidenciado preparação e autenticidade. No final, quase todos os alunos defenderam que foi um erro não se ter permitido a realização de um referendo sobre esta questão.